A cavalhada do interior de MT e sua fronteira com o esporte
Em Poconé, a encenação secular exige meses de treino de equitação e virou também escola de hipismo para crianças da cidade

Meses antes da apresentação, o campo atrás da igreja de Poconé vira picadeiro. Cavaleiros de 12 a 60 anos repetem investidas, giros e a corrida da argolinha até o gesto sair limpo.
Um preparo de atleta
Os participantes seguem rotina de treino de equitação três vezes por semana, cuidam da alimentação dos cavalos e fazem trabalho de força para aguentar horas montados sob o sol. “É espetáculo, mas o corpo cobra como esporte”, resume um dos cavaleiros mais antigos.
Da tradição para a base do hipismo
Nos últimos anos, o grupo passou a oferecer aulas de equitação para crianças da cidade fora do período da festa, usando a mesma estrutura. Alguns alunos já disputam provas de hipismo em Cuiabá.

